domingo, 29 de junho de 2014


“O MODELO DOS MODELOS”

Por: Ruth –Neia  Hayden

Após fazer a leitura do texto proposto de Ítalo Calvino, para analise e compreensão do olhar por partes para entender o todo, penso no mundo dos deficientes que não existe modelo único pela particularidade de cada deficiência como diz o texto os que não andam,  os que não ouvem, os que não enxergam e outras mais, porém é um mundo que incomoda alguns pelo preconceito e a não aceitação no meio social ou educacional, e é aí que entra o trabalho de atendimento educacional especializado, pelas limitações e especificidade que são necessário aprender e saber  lidar com esses modelos de vida diariamente, enfrentar os desafios dos modelos ditos normais onde possam estabelecer os laços de afetividade.

Perfeição não existe, o olhar por inteiro é ter a certeza da necessidade de conhecer esse mundo estranho onde se define pessoas como seres humanos capazes de realizar-se dentro de suas limitações  como seres humanos de  modelos únicos e intransferível, por que as deficiências apresentadas, físicas, psicológicas  etc., possam apresentar-se a sociedade como o grande desejo de serem vistos dentro de um modelo ao tratamento de igualdade e respeito.

Dentro deste modelo de vida o deficiente não é frágil que a qualquer momento pudesse desmontar-se, pela incapacidade lógica, geométrico dentro de suas possibilidades.

Assim sendo analisando as varias experiências vividas ao longo do tempo  com o cuidado de não trair os modelos apresentados com infinitas deficiências aos modelos para reflexão, por que esse mundo é produtivo nos valores fundamental no trabalho desenvolvido a esses seres humanos que fazem toda a diferença nestes modelos criados e planejados para poucos.

domingo, 20 de abril de 2014

Informativo - Surdocegueira e Deficiências Múltiplas (DMU)


Esta é a imagem do informativo, pois não consegui adicionar o documento ao blog.
Caso não consigam ler, o informativo no formato .doc encontra-se em meu portfólio individual.
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Beijos

segunda-feira, 24 de março de 2014

Educação Escolar de Pessoas com Surdez - Atendimento Educacional Especializado em Construção

No decorrer dos anos, a educação das pessoas com surdez vem enfrentando inúmeros desafios quanto ao preconceito da sociedade ouvinte. Oralismo, comunicação plena e bilinguismo são as concepções que enfocam a educação das pessoas com surdez. Antes, o aluno com surdez era imposto a pedagogia do falante, onde o objetivo era tornar o surdo um ser falante para a sociedade, porém essa técnica não obteve sucesso pleno. Porque o aluno com surdez, tinha que ser reeducado e “deixar de lado” os sinais e ficar numa língua “estranha”. Atualmente, o modelo bilíngue de educação é o ideal. Usando ambas as línguas, fazendo da Libras - Língua Brasileira de Sinais a primeira e da Língua Portuguesa escrita, uma segunda.


A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, diante de várias discussões e debates, criou o Atendimento Educacional Especializado, que visa complementar o desenvolvimento cognitivo e linguístico do aluno com surdez. O atendimento, na sala de recurso multifuncional, para o aluno com surdez acontecerá em três momentos:
- O Atendimento Educacional Especializado para Pessoas com Surdez em Libras deve ser construído e orientado pelo professor de educação especial, havendo interação com os professores da educação regular.
- O Atendimento Educacional Especializado para Pessoas com Surdez para o Ensino de Libras dependerá do nível em que se encontra o aluno em relação à língua de sinais. O aluno frequentará o Atendimento Educacional Especializado num horário fora do horário regular, onde o professor diagnosticará o aluno a fim de fazer um planejamento, respeitando a peculiaridade da língua.
- O Atendimento Educacional Especializado para Pessoas com Surdez para o Ensino de Língua Portuguesa enfoca no visual, que é o maior atrativo para o aluno com surdez. Onde o aluno desenvolve a gramática e a linguística, sendo orientado pelo professor a explorar os significados das palavras através do dinamismo e da criatividade. Também tendo que haver uma interação entre os professores de educação especial e da educação regular.


REFERENCIAL TEÓRICO

Texto
DAMÁZIO, Mirlene F. M.; FERREIRA, Josimário de P. Educação Escolar de Pessoas com Surdez - Atendimento Educacional Especializado em Construção. In: Revista Inclusão: R. Educ. esp., Brasília, MEC, v. 5, n. 1, jan/jul. 2010 (p. 46-57)

Imagem

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEil9H4R_RwAM2S87wO2GjDeCcIW7uVA0kFQMn8XUUa8-lFdn6xdIZegvEL3jSvMvv7pCCILZc47ijB0GxS9BX4ZP6VEnshiBCa1WJULxNkTHnyDLIsgUvFWGCGOlSUoTN48cmHrEoeyeAGR/s1600/r.jpg

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

JOGO OU ATIVIDADE PARA D.I.

    Esta atividade voltada para o aluno D.I. é uma atividade que visa o ensino das letras do alfabeto, assim como os tipos de letras, o aluno precisa conhecer e identifica-las, neste caso precisará identificar que a letra A de bastão é a mesma letra a cursiva e colocar os pares de forma correta, também poderemos trabalhar a escrita do nome do aluno, em que o mesmo irá fazer o pareamento apenas das letras de seu nome ou até mesmo de alguma palavra em estudo, já utilizo e tenho obtido respostas positivas, no conhecimento de letras, atenção e concentração ao realizar esta atividade que para nós pode ser tão fácil, mas para o nosso aluno D.I. são momentos de raciocínio na procura dos pares e construção de hipóteses, sendo o professor o mediador dessa construção.

sábado, 7 de setembro de 2013

Recurso de Tecnologia Assistiva para DF

Estabilizador de punho e abdutor de polegar com ponteira para digitação.

Para alunos principalmente com paralisia cerebral, que apresentam essas necessidades ( Estabilização de punho e abdução do polegar) e pode ser utilizado pelo indivíduo DF que não consegue escrever no caderno comum de papel, sendo o próprio computador a ajuda-lo para que o aluno realize suas tarefas e um determinado objetivo. Pode ser aplicado em todas as disciplinas do currículo que envolva a escrita pois facilitará o aluno a cumprir suas atividades pedagógicas fazendo uso deste recurso pedagógico para DF.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Por: Ruth Hayden

O Papel do professor do AEE na escola e na sala de recurso multifuncional é de organizar recurso pedagógicos de acessibilidade em que podemos citar alguns como : tesoura adaptada, lápis , adaptador de apontador , caderno com linhas vazadas entre outros com o intuito de amenizar ou acabar com as dificuldades apresentadas no estudo de caso.

 O Papel do professor do AEE também é de responsabilizar-se  em  criar estratégias considerando as necessidades específicas dos alunos com necessidades especiais promovendo um melhor desempenho escolar, fazendo primeiramente um estudo de caso deste aluno para assim poder atende-lo com qualidade interagindo com a família, professora da classe comum sempre trocando ideias, mediando entre a sala comum e a SRM em que deverá aplicar um plano do AEE individual para cada aluno que possa vir a atender.

A Importância do estudo de caso para o desenvolvimento do trabalho do professor do AEE, se dar a coleta de dados sobre um aluno que precisará ser atendido por este, de forma específica para que aconteça a acessibilidade na escola e na classe comum, é através do estudo de caso que  chegaremos  a conclusão de como esse aluno poderá ser atendido de forma especializada e o que poderá ser feito, fazendo uma abordagem ampla envolvendo família, escola, classe comum, professora entre outros fatores que achar relevante.

 O Professor do  atendimento educacional especializado deve qualificar este trabalho sendo responsável seguindo todas as etapas necessárias para se fazer um estudo de caso que são elas: apresentação do problema, esclarecimento do problema, identificação da natureza do problema, resolução do problema e por fim o plano do AEE.

O Plano do AEE é elaborado após o estudo de caso e contribui para a aprendizagem do aluno pois consiste em eliminar dificuldades nesta educação inclusiva após a coleta de dados realizada, fazendo com que este tenha acesso aos conteúdos de sua turma do ensino comum através de metodologias e estratégias dando mais apoio de forma específica fazendo um trabalho voltado para o aluno de acordo com suas potencialidades e particularidades propondo a este meios para o acesso ao currículo.

O Plano do AEE vem  contribuir e muito com cada aluno atendido de forma especializada levando em conta que este plano é individual e atende as intervenções pedagógicas individuais um a um garantindo a obtenção de êxito no processo de aprendizagem.

E Para que este plano do AEE possa contribuir para a aprendizagem e desenvolvimento dos alunos atendidos na SRM nele precisa constar:

·         Objetivos Previstos

·         Atividades do Plano

·         Jogos Educativos Diversos

·         Resultados Esperados

·         Resultados Obtidos com o plano do AEE

·         Período de Atendimento

domingo, 26 de maio de 2013

AEE - Atendimento Educacional Especializado

As escolas que possuem o AEE - Atendimento Educacional Especializado, criam condições de aprendizagem aos alunos especiais que tem suas limitações próprias e particulares, mediando a inclusão educativa e social.

Os alunos com necessidades educativas especiais, devem ser lembrados nos projetos escolares, e o projeto que pode atender bem essa clientela é o AEE para serem contemplados no processo escolar de ensino aprendizagem, de uma forma mais direta e especifica como um indivíduo que pode aprender em seu tempo.

Este trabalho dar-se de forma mais eficaz nas escolas que possuem o atendimento educacional especializado com um profissional de qualidade que tenha a formação necessária para poder atender nosso alunado com necessidades educativas especiais.

Fonte:
AEE - Atendimento Educacional Especializado