“O MODELO DOS MODELOS”
Por: Ruth –Neia Hayden
Após fazer a leitura do texto proposto de Ítalo Calvino,
para analise e compreensão do olhar por partes para entender o todo, penso no
mundo dos deficientes que não existe modelo único pela particularidade de cada
deficiência como diz o texto os que não andam, os que não ouvem, os que não enxergam e outras
mais, porém é um mundo que incomoda alguns pelo preconceito e a não aceitação
no meio social ou educacional, e é aí que entra o trabalho de atendimento
educacional especializado, pelas limitações e especificidade que são necessário
aprender e saber lidar com esses modelos
de vida diariamente, enfrentar os desafios dos modelos ditos normais onde
possam estabelecer os laços de afetividade.
Perfeição não existe, o olhar por inteiro é ter a certeza da
necessidade de conhecer esse mundo estranho onde se define pessoas como seres
humanos capazes de realizar-se dentro de suas limitações como seres humanos de modelos únicos e intransferível, por que as
deficiências apresentadas, físicas, psicológicas etc., possam apresentar-se a sociedade como o
grande desejo de serem vistos dentro de um modelo ao tratamento de igualdade e
respeito.
Dentro deste modelo de vida o deficiente não é frágil que a
qualquer momento pudesse desmontar-se, pela incapacidade lógica, geométrico
dentro de suas possibilidades.
Assim sendo analisando as varias experiências vividas ao
longo do tempo com o cuidado de não
trair os modelos apresentados com infinitas deficiências aos modelos para
reflexão, por que esse mundo é produtivo nos valores fundamental no trabalho
desenvolvido a esses seres humanos que fazem toda a diferença nestes modelos
criados e planejados para poucos.





