domingo, 29 de junho de 2014


“O MODELO DOS MODELOS”

Por: Ruth –Neia  Hayden

Após fazer a leitura do texto proposto de Ítalo Calvino, para analise e compreensão do olhar por partes para entender o todo, penso no mundo dos deficientes que não existe modelo único pela particularidade de cada deficiência como diz o texto os que não andam,  os que não ouvem, os que não enxergam e outras mais, porém é um mundo que incomoda alguns pelo preconceito e a não aceitação no meio social ou educacional, e é aí que entra o trabalho de atendimento educacional especializado, pelas limitações e especificidade que são necessário aprender e saber  lidar com esses modelos de vida diariamente, enfrentar os desafios dos modelos ditos normais onde possam estabelecer os laços de afetividade.

Perfeição não existe, o olhar por inteiro é ter a certeza da necessidade de conhecer esse mundo estranho onde se define pessoas como seres humanos capazes de realizar-se dentro de suas limitações  como seres humanos de  modelos únicos e intransferível, por que as deficiências apresentadas, físicas, psicológicas  etc., possam apresentar-se a sociedade como o grande desejo de serem vistos dentro de um modelo ao tratamento de igualdade e respeito.

Dentro deste modelo de vida o deficiente não é frágil que a qualquer momento pudesse desmontar-se, pela incapacidade lógica, geométrico dentro de suas possibilidades.

Assim sendo analisando as varias experiências vividas ao longo do tempo  com o cuidado de não trair os modelos apresentados com infinitas deficiências aos modelos para reflexão, por que esse mundo é produtivo nos valores fundamental no trabalho desenvolvido a esses seres humanos que fazem toda a diferença nestes modelos criados e planejados para poucos.

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